Sobre este episódio
Por anos a Marvel caga com o maior herói do seu catálogo, responsável por salvá-la da falência. Mas essa série atingiu um novo nível de fezes, ela á aquela diarreia que mistura fezes pastosas e líquidas com cheiro de morte que nem o dono aguenta.
Ao revisitar “Homem-Aranha: Seu Amigão da Vizinhança”, o Cinema Miséria passa pelo roteiro, pelos personagens, pelas atuações e pela produção sem aliviar para ninguém. A pergunta não é apenas se o filme é ruim, mas como tantas escolhas duvidosas conseguiram chegar juntas à tela e por que ainda vale a pena falar sobre esse desastre.
Também há espaço para perguntar o que “Homem-Aranha: Seu Amigão da Vizinhança” revela sobre a época em que foi produzido, sobre o público que tentou conquistar e sobre a confiança quase comovente de quem acreditou que aquelas ideias funcionariam. Entre uma escolha inexplicável e outra ainda pior, o episódio preserva o prazer de rir do desastre sem fingir que o desastre deixou de ser cinema.
O que você encontrará neste episódio
- a premissa e o contexto de “Homem-Aranha: Seu Amigão da Vizinhança”;
- o roteiro e a construção dos personagens;
- as atuações, o humor e o ritmo da narrativa;
- a direção, os efeitos e as escolhas de produção;
- a recepção do filme e o que permanece ao revê-lo hoje.
A análise de “Homem-Aranha: Seu Amigão da Vizinhança” combina crítica sem filtro, memória afetiva e atenção aos detalhes que fazem uma produção desandar. Ouça o episódio e descubra por que o filme merece ser revisto, discutido ou definitivamente colocado à prova.
Corrigindo porque, como nada é editado e é feito de cabeça. Não é Steve Ditko e sim Jack Kirby o artista ao qual me referi.