Sobre este episódio
Sabe aquele filme que tenta pegar carona em um game lendário, mas que na verdade parece só um bando de marmanjo correndo no escuro para esconder que o cenário é de papelão? Pois é. Imagina um roteiro que tenta ser profundo com uma “ciência de boteco” sobre cromossomos que detectam se você é bonzinho ou malvado, enquanto fuzileiros com os distúrbios mais bizarros do mundo tentam não morrer em Marte.
O review desse desastre espacial expõe como o cinema pode ser preguiçoso quando decide trocar uma história de verdade por um festival de “correria e gritaria” embalado por um metal genérico de fundo. Se você quer entender como alguém teve a coragem de transformar um clássico do terror em uma atuação digna de “Escolinha do Cigano Igor” e ainda meter uma cena de videogame no meio do filme por puro desespero, você precisa ouvir essa análise. É o choque de realidade necessário para quem ainda acredita que qualquer coisa com o The Rock no elenco vira ouro automaticamente.
Também há espaço para perguntar o que “Doom: A Porta do Inferno” revela sobre a época em que foi produzido, sobre o público que tentou conquistar e sobre a confiança quase comovente de quem acreditou que aquelas ideias funcionariam. Entre uma escolha inexplicável e outra ainda pior, o episódio preserva o prazer de rir do desastre sem fingir que o desastre deixou de ser cinema.
O que você encontrará neste episódio
- a premissa e o contexto de “Doom: A Porta do Inferno”;
- o roteiro e a construção dos personagens;
- as atuações, o humor e o ritmo da narrativa;
- a direção, os efeitos e as escolhas de produção;
- a recepção do filme e o que permanece ao revê-lo hoje.
A análise de “Doom: A Porta do Inferno” combina crítica sem filtro, memória afetiva e atenção aos detalhes que fazem uma produção desandar. Ouça o episódio e descubra por que o filme merece ser revisto, discutido ou definitivamente colocado à prova.